Saltar para o conteúdo
Melhor.ia · por Pedro MaiaMelhor.ia · por Pedro Maia

Serviço

Diagnóstico Express

Um dia na fábrica para encontrar as 5 maiores perdas, ver o estado dos dados e estimar o ganho. Sai com um plano de ação.

1 dia na fábrica

O problema

“Os prazos falham e ninguém sabe bem porquê.”

O problema

Numa fábrica sem departamento de Melhoria Contínua, as perdas estão espalhadas: um pouco em paragens, um pouco em sucata, um pouco em mudanças de série e em relatórios feitos à mão. Cada uma parece pequena e ninguém tem tempo para as medir todas. O resultado é decidir por intuição onde pôr o esforço e, muitas vezes, atacar o problema mais visível em vez do mais caro.

O que inclui

  • Conversa prévia de 30 minutos para escolher a linha ou a área a analisar
  • Um dia inteiro na fábrica, no terreno, a ver o processo e a falar com quem o faz
  • Levantamento das perdas: paragens, setups, sucata e retrabalho, esperas e reporting manual
  • Avaliação do estado dos dados: o que já se regista, onde e com que fiabilidade
  • Relatório com as 5 maiores perdas, ordenadas pelo impacto estimado
  • Ganho estimado de atacar cada uma e plano de ação com prioridades
  • Reunião final para apresentar os resultados à direção

Como funciona

  1. Conversa de preparação

    30 minutos

    Percebo o problema principal, escolhemos a área a analisar e combinamos que registos reunir antes do dia.

  2. Dia na fábrica

    1 dia

    Observo o processo a funcionar, acompanho setups e arranques, falo com operadores e chefias e recolho os dados que existem.

  3. Análise

    Depois da visita

    Cruzo o que vi com os registos para estimar onde se perde tempo, material e horas, e quanto isso custa.

  4. Apresentação

    Reunião com a direção

    Apresento as 5 maiores perdas, o estado dos dados, o ganho estimado e o plano de ação. A decisão sobre o passo seguinte é sua.

O que procuro num dia na fábrica

Procuro as perdas que mais pesam, e não todas as perdas. Começo no terreno, não numa apresentação: acompanho o processo do início ao fim e falo com quem o faz todos os dias. É no chão de fábrica que se vê o que os relatórios não mostram: a mudança de série que demora porque falta uma ferramenta, a máquina que trabalha abaixo do ritmo “por segurança”, as peças que voltam para trás sem ficar registo.

Olho para cinco famílias de perdas:

  • Paragens: avarias, esperas por material, pela manutenção ou pela qualidade.
  • Mudanças de série: quanto tempo a máquina fica parada e o que acontece nesse tempo.
  • Sucata e retrabalho: onde aparecem, se são medidas e se alguém trata as causas.
  • Fluxo e prazos: onde o material espera e porque é que o plano não bate certo com o que acontece.
  • Reporting manual: quantas horas se gastam a juntar números, e se esses números servem para decidir.

O estado dos dados

Antes de qualquer dashboard ou IA, é preciso saber que dados existem e se merecem confiança. No diagnóstico vejo o que já se regista (no ERP, em folhas de cálculo, em papel), com que frequência e com que fiabilidade. Muitas vezes os dados existem, mas estão espalhados ou não estão ligados à ordem de fabrico. Saber isto evita projetos que falham por falta de base.

O que recebe no fim

Um relatório curto, para ler numa reunião e usar no dia seguinte. Tem as 5 maiores perdas, ordenadas pelo impacto estimado, o estado dos dados e um plano de ação com prioridades: o que fazer primeiro, quem deve estar envolvido e que ganho se pode esperar. O ganho é uma estimativa feita com os dados disponíveis, e digo sempre em que pressupostos assenta.

O que muda depois

  • Sabe onde estão as maiores perdas e quanto valem, em estimativa, em vez de depender de impressões.
  • Tem uma ordem de ataque clara: o que fazer primeiro, o que pode esperar e o que não compensa.
  • Fica a saber que dados já tem, quais faltam e o que é preciso para medir sem esforço.
  • Pode decidir avançar com a sua equipa ou comigo, com base em factos.

A quem se destina

Para quem é

  • PME industriais com 30 a 250 trabalhadores, em processos de transformação: metalomecânica, extrusão, injeção, cablagem, componentes.
  • Direções que sentem que perdem dinheiro na produção mas não sabem por onde começar.
  • Empresas sem departamento de Melhoria Contínua, ou com uma só pessoa sobrecarregada.

Para quem não é

  • Quem procura uma auditoria de certificação (ISO ou outra): o diagnóstico é sobre perdas, não sobre conformidade.
  • Quem já sabe exatamente qual é o problema e só precisa de o resolver: aí começamos diretamente pelo projeto.

Perguntas frequentes

O que tenho de preparar para o dia?

Pouco. Na conversa de preparação combinamos que registos reunir, se existirem (produção, paragens, sucata), e quem me acompanha no terreno. Não é preciso ter dados organizados.

A produção tem de parar?

Não. Observo o processo a funcionar normalmente, porque é isso que interessa ver.

Quanto custa?

Depende da dimensão da área a analisar, por isso não publico preços. Digo-lhe o valor na conversa de 30 minutos, antes de qualquer compromisso.

E se não quiser avançar com nada a seguir?

Fica com o relatório e com o plano de ação, e pode executá-lo com a sua equipa. O diagnóstico vale por si.

Porque é que é só um dia?

Porque o objetivo é decidir onde atacar, e não estudar tudo. Um dia bem preparado chega para ver as perdas grandes. O detalhe vem depois, no projeto que fizer sentido.

Comece por uma conversa de 30 minutos

Sem custo. Percebo o problema principal e digo-lhe se este é o serviço certo, ou se faz mais sentido começar por outro lado.