Serviço
Diagnóstico Express
1 dia na fábrica
O problema
“Os prazos falham e ninguém sabe bem porquê.”
O problema
Numa fábrica sem departamento de Melhoria Contínua, as perdas estão espalhadas: um pouco em paragens, um pouco em sucata, um pouco em mudanças de série e em relatórios feitos à mão. Cada uma parece pequena e ninguém tem tempo para as medir todas. O resultado é decidir por intuição onde pôr o esforço e, muitas vezes, atacar o problema mais visível em vez do mais caro.
O que inclui
- Conversa prévia de 30 minutos para escolher a linha ou a área a analisar
- Um dia inteiro na fábrica, no terreno, a ver o processo e a falar com quem o faz
- Levantamento das perdas: paragens, setups, sucata e retrabalho, esperas e reporting manual
- Avaliação do estado dos dados: o que já se regista, onde e com que fiabilidade
- Relatório com as 5 maiores perdas, ordenadas pelo impacto estimado
- Ganho estimado de atacar cada uma e plano de ação com prioridades
- Reunião final para apresentar os resultados à direção
Como funciona
Conversa de preparação
30 minutos
Percebo o problema principal, escolhemos a área a analisar e combinamos que registos reunir antes do dia.
Dia na fábrica
1 dia
Observo o processo a funcionar, acompanho setups e arranques, falo com operadores e chefias e recolho os dados que existem.
Análise
Depois da visita
Cruzo o que vi com os registos para estimar onde se perde tempo, material e horas, e quanto isso custa.
Apresentação
Reunião com a direção
Apresento as 5 maiores perdas, o estado dos dados, o ganho estimado e o plano de ação. A decisão sobre o passo seguinte é sua.
O que procuro num dia na fábrica
Procuro as perdas que mais pesam, e não todas as perdas. Começo no terreno, não numa apresentação: acompanho o processo do início ao fim e falo com quem o faz todos os dias. É no chão de fábrica que se vê o que os relatórios não mostram: a mudança de série que demora porque falta uma ferramenta, a máquina que trabalha abaixo do ritmo “por segurança”, as peças que voltam para trás sem ficar registo.
Olho para cinco famílias de perdas:
- Paragens: avarias, esperas por material, pela manutenção ou pela qualidade.
- Mudanças de série: quanto tempo a máquina fica parada e o que acontece nesse tempo.
- Sucata e retrabalho: onde aparecem, se são medidas e se alguém trata as causas.
- Fluxo e prazos: onde o material espera e porque é que o plano não bate certo com o que acontece.
- Reporting manual: quantas horas se gastam a juntar números, e se esses números servem para decidir.
O estado dos dados
Antes de qualquer dashboard ou IA, é preciso saber que dados existem e se merecem confiança. No diagnóstico vejo o que já se regista (no ERP, em folhas de cálculo, em papel), com que frequência e com que fiabilidade. Muitas vezes os dados existem, mas estão espalhados ou não estão ligados à ordem de fabrico. Saber isto evita projetos que falham por falta de base.
O que recebe no fim
Um relatório curto, para ler numa reunião e usar no dia seguinte. Tem as 5 maiores perdas, ordenadas pelo impacto estimado, o estado dos dados e um plano de ação com prioridades: o que fazer primeiro, quem deve estar envolvido e que ganho se pode esperar. O ganho é uma estimativa feita com os dados disponíveis, e digo sempre em que pressupostos assenta.
O que muda depois
- Sabe onde estão as maiores perdas e quanto valem, em estimativa, em vez de depender de impressões.
- Tem uma ordem de ataque clara: o que fazer primeiro, o que pode esperar e o que não compensa.
- Fica a saber que dados já tem, quais faltam e o que é preciso para medir sem esforço.
- Pode decidir avançar com a sua equipa ou comigo, com base em factos.
A quem se destina
Para quem é
- PME industriais com 30 a 250 trabalhadores, em processos de transformação: metalomecânica, extrusão, injeção, cablagem, componentes.
- Direções que sentem que perdem dinheiro na produção mas não sabem por onde começar.
- Empresas sem departamento de Melhoria Contínua, ou com uma só pessoa sobrecarregada.
Para quem não é
- Quem procura uma auditoria de certificação (ISO ou outra): o diagnóstico é sobre perdas, não sobre conformidade.
- Quem já sabe exatamente qual é o problema e só precisa de o resolver: aí começamos diretamente pelo projeto.
Perguntas frequentes
O que tenho de preparar para o dia?
Pouco. Na conversa de preparação combinamos que registos reunir, se existirem (produção, paragens, sucata), e quem me acompanha no terreno. Não é preciso ter dados organizados.
A produção tem de parar?
Não. Observo o processo a funcionar normalmente, porque é isso que interessa ver.
Quanto custa?
Depende da dimensão da área a analisar, por isso não publico preços. Digo-lhe o valor na conversa de 30 minutos, antes de qualquer compromisso.
E se não quiser avançar com nada a seguir?
Fica com o relatório e com o plano de ação, e pode executá-lo com a sua equipa. O diagnóstico vale por si.
Porque é que é só um dia?
Porque o objetivo é decidir onde atacar, e não estudar tudo. Um dia bem preparado chega para ver as perdas grandes. O detalhe vem depois, no projeto que fizer sentido.
Comece por uma conversa de 30 minutos
Sem custo. Percebo o problema principal e digo-lhe se este é o serviço certo, ou se faz mais sentido começar por outro lado.